quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

sou uma romântica, é o que é

Por isso vou sortear 1 batom L'Oreal Rouge Caresse cor Impulsive Fuchsia entre todos os participantes do AM-TE FEVEREIRO.
Aguardo as vossas dedicatórias.
Poemas, músicas, desenhos, fotos.
Celebremos o amor!




amo-te fevereiro

Amanhã darei início à rubrica AM-TE FEVEREIRO.
Recapitulando...
Para participar bastar enviar um e-mail para scarletredwoman@gmail.com escrevendo no assunto "SCARLET ÉS GRANDE!" (só porque me apetece) e explicando qual a música que querem dedicar, só ou acompanhada de umas palavras.
Podem enviar poemas, prosa, desenhos, fotos, etc.
Também aceito encomendas do género "quero dedicar uma música ao maridão mas não tenho inspiração".
Nesse caso falem-me um pouco da vossa história e dos aspetos que querem focar.
Muito importante: não se esqueçam de se identificarem a vocês e à pessoa a quem querem dedicar o post (ou se preferirem o anonimato que seja consciente e não por lapso) e de me darem pelo menos 1 dia de antecedência caso queiram que seja eu a inventar qualquer coisa ou caso tenham uma data determinada para a saída do post (como por exemplo um aniversário).
O blog está aberto a todos os credos, raças e orientações sexuais.
Tal como o amor, o meu blog é cego.




(à falta de ideia melhor, podem sempre dedicar-me uma música a mim!)


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

janeiro - recomeço

Caderno beija-flor e um beijo especial para quem mo ofereceu ♥

(desafio 12 meses d'o blog azul turquesa)

madame des apricot séchés

Ontem ao ver a notícia sobre as ondas da Nazaré, lembrei-me da minha última passagem por aquela terra.
Aquelas vendedoras de rua vestidas com as sete saias são umas fiteiras que só armam espétaculo para francês ver, digo-vos eu.
Na minha última passagem pela Nazaré eu ainda era loura e como sou muito branca e coro facilmente com o sol estou habituada a passar por gringa.
Normalmente tomam-me por inglesa e realmente estranhei as vendedoras de rua cantarem e dançarem e falarem-me em francês "madame des apricot séchés"...
E eu, idiota poliglota, sorria e respondia "non merci madame".
Nisto o meu homem que, como sempre, anda sei lá por onde sempre perdido de mim, máquina de filmar em punho, grita-me pelo nome "óóó Scarlet filhaaa!" mesmo no momento em que eu disparava fotos e a vendedora mais animada cantava, dançava e posava para mim.
Mas eis senão quando se deu a transformação.
A criatura outrora tão afável, que insistia para que lhe comprasse o raio dos damascos secos, rodou a baiana as sete saias e correu-me a impropérios.
"Aiii grande sonsa! Olha a filha da p*** que só me queria apanhar o retrato! Aiii querias!"
Tudo isto acompanhado de gestos profusos enquanto levantava as saias e batia na cueca XXL e continuava...
"Ó Laurinda, tu já viste a p**éfia? A enganar-me! Olha o c*******!"
Mesmo sem sol eu teria corado até à raíz escura dos cabelos louros, envergonhada e atordoada, e claro que saí dali a sete pés e claro que culpei o meu homem pelo sucedido, embora nem soubesse porquê, mas a culpa só podia ser dele!
Percebemos depois que ao mesmo tempo que nós tinham chegado uns autocarros carregadinhos de franciús, daí os filhos da p*** dos apricots séchés...



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

quando o telefone tocava


Quando eu era pequenina partilhava o quarto com os meus pais, tendo a dividir o espaço o meu guarda vestidos e o móvel da escrivaninha.
Aos domingos à noite íamos cedo para a cama, eu ficava do meu lado a ler as histórias d'Os Cinco ou d'As Gémeas no Colégio de Santa Clara e o meu pai lia os livros do Círculo de Leitores sobre o socialismo ou o marxismo ou o jornal A Bola, e a minha mãe lia a revista Maria.
E ouvíamos o programa de rádio Quando o Telefone Toca, que era na sua essência um programa de discos pedidos, em que os ouvintes que ligavam para pedir que passassem uma determinada música, quer para eles  ouvirem quer para dedicarem a alguém, tinham de dizer uma frase publicitária previamente transmitida.
(a vida era simples e feliz nos idos de 70, sem likes no facebook)
Ora tendo em conta que estamos quase em fevereiro, mês comercialmente dedicado ao carnaval e ao amor... decidi fazer jus à promessa e aceitar o repto dela.
Durante todo o mês mi blog es su blog e estarei ao vosso inteiro dispor para dedicarem músicas, poemas, prosa, desenhos, fotos, etc, a quem entenderem.
Até a vocês mesmos.
Para isso basta que me enviem um e-mail para scarletredwoman@gmail.com escrevendo no assunto "SCARLET ÉS GRANDE!" (só porque me apetece) e explicando o que pretendem, qual a música (se puderem enviar links para as músicas a gerência agradece), se a querem dedicar e a quem ou com o texto (ou só o texto) que gostavam de ver publicado.
Também aceito encomendas do género "quero dedicar uma música ao maridão mas não tenho inspiração".
Nesse caso falem-me um pouco da vossa história e dos aspetos que querem focar.
Muito importante: não se esqueçam de se identificarem a vocês e à pessoa a quem querem dedicar o post (ou se preferirem o anonimato que seja consciente e não por lapso) e de me darem pelo menos 1 dia de antecedência caso queiram que seja eu a inventar qualquer coisa ou caso tenham uma data determinada para a saída do post (como por exemplo um aniversário).
Última recomendação: sejam criativos!
Não se encostem a mim.
Eu até sou inventiva, mas tenho a certeza de que o maridão, sogra, prima, etc, prefere as vossas dedicatórias às minhas.
Como é corações românticos de Portugal?
Estamos juntos?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

onomatopeia

Para vocês a onomatopeia para o toque do telefone é "Trrrim... Trrrim" ou "Ring... Ring"?

(pareço estar a desenvolver uma nova obsessão... se alguém souber da existência dum dicionário de onomatopeias... faço anos em abril...)

quando o telefone não toca

Eu ainda sou do tempo em que os telefones serviam para falar.
Só.
Eram aparelhos pretos, presos à parede por um fio, com uma roda com números e toque estridente.
Tive menos telemóveis que namorados (juro que na vida real não me chamo Elsa Raposo nem Marta Leite Castro nem Dália Madruga) e, apesar de nos últimos anos ter tido sempre telemóveis "topo de gama", eram telemóveis que vinham com a função na empresa (confesso, o terceiro e último telemóvel comprado por mim foi há mais de sete anos) e como eu não pertencia à elite 'primeira linha' nem à dita área comercial, tudo o que os meus telemóveis me permitiam fazer era falar e enviar sms's, o resto estava bloqueado.
(tipo ter um porche mas não ter carta de condução)
O telemóvel que tenho agora é herança da parte do meu homem.
(não que tenha ficado víuva, mas porque ele achou que a sua virilidade estava dependente do modelo mais recente)
Ou seja, neste momento o único bloqueio é ao nível dos skills da utilizadora do telemóvel.
E é a segunda vez que me aparece um balão tipo chat no ecrã do telemóvel com alguém que eu conheço a dizer "Olááá! Tudo bem?"... e eu só vejo mais de 48 horas depois.
Está tudo bem, obrigada.
Eu só não sei é responder, nem sei porque é que os balões aparecem no telemóvel porque acho que são do google talk.
Mas agora me lembro que também não uso o google talk e nem sei se o sei usar.
Por isso malta amiga, mandem-me toques, sms's, pombos correios ou sinais de fumo.
Mas balões... não sei responder!


domingo, 27 de janeiro de 2013

sunday sounds

Em fevereiro tem carnaval... e tem dia dos namorados.
E o blog vai ter novidades.
Stay tuned!





{Love - Joss Stone}

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

bora lá?

Bora lá botar um GOSTO à  melhor cabeleireira do mundo.




ai esta cabeça

Ontem voltei à melhor cabeleireira do mundo.
Pensei fazer madeixas californianas, mas o meu cabelo não tem o comprimento suficiente para ficar mesmo giro.
Voltei ao ombré, mas com mais madeixas à volta da cara e louras.
Ainda antes de saír da melhor cabeleireira do mundo ficou combinado que para a semana faço um banho para escurecer as madeixas...
Estas vontades de mudança sempre foi coisa que me assistiu.
Eu costumava era ser mais corajosa.
Parece que nunca mais vou voltar a ser loura.
Gosto mesmo muito do meu cabelo castanho escuro.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

cinderela # 2

Também houve aquela vez em que um quarentão, bem apessoado, me deitava olhares enquanto esperávamos pelo comboio.
Quando o  comboio estava a entrar na plataforma ele dirigiu-se a mim.
E eu, confiante, já a sentir-me a última bolacha do pacote, preparada para me fazer de difícil, a atirar o cabelo para trás dum modo extremamente sensual, sorri.
E estas foram as suas palavras: "Peço imensa desculpa, já deve ter reparado que estava a olhar para si, mas tenho mesmo de lhe perguntar... onde é que comprou esses sapatos? São fantásticos!".
(!!!)
Por momentos pensei "Que engraçado, pareceu-me que ele falou de sapatos, mas tenho a certeza de que o que ele disse foi você é linda, estou apaixonado por si!".
E nisto o comboio chegou e eu só consegui balbuciar seaside e ele ainda rematou "A sério? Olhe que nunca vi lá nenhuns sapatos tão giros".
Entrei no comboio e fui sentar-me longe, já a caír em mim e a explodir de riso.
Só há uma coisa que até hoje me intriga, ele tinha tão um ar tão normal e gay não era, porque um gay jamé confundiria uns sapatos com uns botins!


cinderela # 1


Por causa do post anterior lembrei-me da vez em que entrei numa sapataria para comprar umas sandálias para um casamento e os meus pés foram vítimas de assédio.
Eu cada vez mais encolhida e o empregado cada vez mais solícito, a trazer caixas de sapatos e a insistir em me ajudar a calçar.
"Ai que pézinho tão perfeito, ai que simetria! Sabe, tem uns pés lindos! Já pensou ser modelo de pés? Existe a profissão de modelo de pés sabia?"
E as mãos dele acompanhavam o entusiasmo das palavras, deslizando pelos meus pés.
O que eu pensei e fiz foi sair dali para fora a sete pés!
Tarado!



o fashionismo é coisa que não me assiste

Se há coisa acerca da qual sou mesmo uma mete nojo é com os pés.
Odeio andar descalça.
Detesto sentir 'coisas' nos pés.
Tudo o que sejam dedungos tortos, encavalitados ou a sair pelo sapato afora dão-me vómitos.
Unhas sujas, amarelas ou fungosas é gregório na certa.
Calcanhares esfarelados é agoniante.
Sabendo disto, Deus (ou o Diabo) brindou-me não com  pés, mas com cascos de cavalo.
Os meus pés são mais secos que o deserto, pele mais rija que a dum rinoceronte.
Mas são perfeitinhos, dedinhos perfeitamente alinhados e sem calos ou joanetes.
E cuido bem deles.
Muita pedicure, muita pedra pomes, sabonete de alcatrão e creme Neutrogena para pés muuuito secos.


{imagens}

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

scandal in the white house?

Yes, it might be...


escandalosamente viciada

À conta das festas de aniversário dos amiguinhos, a vódrasta está viciada em caramelos de fruta.
Antigamente eu era uma chocaholic, depois lá me desintoxiquei e agora sou uma esquisitinha com o chocolate.
Continuo a gostar de chocolate, mas não é qualquer tablete que me satisfaz.
Aliás, quase nenhuma me satisfaz.
E convenhamos, não tenho vida nem cintura para andar sempre a gastar um dinheirão em chocolate.
Mas durante as minhas maratonas televisivas de fim de semana - há uma linha que separa a minha casa da dele e na minha só há 4 canais - apetece-me comer doces.
E o que é que há na lata na dispensa?
Pacotes de açucar, rebuçados de café e mentol, daqueles que vêm a acompanhar a bica nos restaurantes, e os doces das festinhas que o menino escarlate não pode comer.
E já dizia o outro ♪ o boca doce é bom é bom é diz o avô e diz o bébé ♪
E agora estou aqui a ressacar, porque com o temporal a última coisa que me apeteceu no fim de semana foi sair de casa e ainda menos enfiar-me numa grande superfície comercial, e nas redondezas não há caramelos de fruta dos bons, daqueles docinhos que se pegam aos dentes.
Sugus, vou experimentar sugus.

(a culpa é do Scandal, aquilo deixa-me em ponto de rebuçado! já agora, o Henry Ian Cusick pode voltar sff?) 


crónicas da vódrasta

O menino escarlate está a passar a fase dos terrible threes (*).
Muitos porquês e birras monumentais.
E a natural descoberta da sua sexualidade... por estes dias acha que a sua pilinha é o centro do mundo.
(fase que nunca lhes chega a passar completamente, digo eu)
Quando a mamã ralha por qualquer razão, contra argumenta "eu sou homem!".
Comigo tudo se passa de forma mais tranquila, normalmente só estou com ele ao fim de semana e tenho todo o tempo do mundo para alinhar nas brincadeiras.
Quando estamos juntos sou brindada com beijos e abracinhos e derretidos "agora estou com a minha Scarlet".
(babaaa...)
Mas como é sabido, os homens, tenham 5 ou 50, são uns tolos com as mulheres.
E não sei bem qual é a fase em que está o meu homem (andropausa?), mas resolveu entrar em competição com o neto.
Resolveu dizer-lhe "a Scarlet é minha namorada, por isso quando ela está cá em casa tem de brincar comigo, não é contigo".
Agora a minha Scarlet passou a minha namorada e vai dormir na minha cama e quem lhe dá a mão sou eu...
E é isto, parece-me que estou metida no meio duma guerra de egos, objeto duma espécie de transferência de complexo de édipo.



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

scarletices # 3

Esta ideia peregrina de ler Anna Karenina... eu cá desconfiava se escolhessem um livro tão grande quando o filme anda por aí.
Mas isso sou eu, que estou é roída de inveja por não ter tido ideia tão original.
E um clube de leitura de bulas de medicamentos? Quem alinha?



scarletices # 2

Depois há a mãe, Miss Tina Knowles, também uma senhora caucasiana, pena foi ter-se esquecido duma manga do vestido em casa.
Eu tenho o mesmo problema, estou a pensar coser mangas em todos os meus vestidos de verão ou então suar desalmadamente mas nunca despir o casaco, que isto de perder peso depois dos 40 30 deixa sequelas.
Por momentos fiquei muito feliz com este post da Palmier Encoberto (não o do dildo que ofereceram ao Cavaco, o outro vídeo), até descobri onde o aparelhinho se vende em Portugal, mas depois investiguei mais a fundo e descobri este outro vídeo do The Ellen Show e caí em mim, aposta no tecido e nos cremes que estás lixada.
Eu até tinha dito que me ía inscrever no ginásio e inscrevi, que eu adoro gastar dinheiro à toa, mas logo na primeira semana o meu ombro queixou-se (o tal que sofre de síndrome subacromial de conflito do ombro, coisa mái chique de se dizer) e a doutora disse que tinha uma luxação e que o que também tinha de ter era mais juízo.
Claro que a doutora também ía adorar a ideia dum objeto a emitir vibrações pelos meus braços, mas enquanto não me passar aos colegas de cirurgia plástica tem de aturar as minhas ideossincrasias, embora mais espaçadamente que as taxas moderadoras não estão para brincadeiras.



scarletices # 1

Descobri esta semana que a Beyonce tem uma irmã que também canta, a Solange, e fiquei a pensar cá para com os meus botões as minhas tachas que isto é uma cena assim tipo a Lyonce Vykktorya e a Lyanny virem a terem uma irmãzinha chamada Maria de Fátima, Beyonce vs Solange, secalhar nos states Solange é um nome exótico, mas pronto, isto são coisas que me ocorrem.
Também conheço duas irmãs brasileiras, a Luciana e a Lucia, e imagino que se tivessem uma terceira irmã se chamaria só Lu, para uma quarta é que já não havia nome.
Anyway, fui saber mais sobre a Solange e apercebi-me imediatamente como salta à vista a força do sangue, lá que são as duas branquinhas como a cal da parede isso são, só podem ser mesmo irmãs, apesar de uma dançar bem à brava e da outra dançar de forma esquisita, ali ao minuto 1:15 até pensei que ía saír a coreografia do gangnam style, que susto.




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

report

O telemóvel apareceu caído atrás dum móvel, deve ter sido à noite quando o ía por a carregar.
Quanto à colher de sobremesa, nada!



alô?

Um dos meus telemóveis está desaparecido desde 5ª feira.
Mas tenho a certeza acho que está cá em casa.
Na 5ª feira tocou durante a reunião no centro de emprego, lembro-me perfeitamente porque tinha tirado o som a ambos os telemóveis e nisto ouvia-se um alarme e eu nem me mexia porque não podia ser meu, mas olha afinal era mesmo meu.
(se tiramos o som ao telemóvel é suposto o alarme tocar à mesma?)
E perguntam vocês porque tens 2 telemóveis, porque teve de ser, quis manter o meu número profissional, que foi aliás o meu único contacto durante os últimos anos, mas como era duma rede diferente da do meu homem tive de arranjar outro telemóvel com outro tarifário e não queria que as pessoas perdessem o meu contacto e achei que era chique útil ter um número para contactos formais e outro para contactos pessoais.
Pronto, é mesmo o número dos contactos formais (eventualmente profissionais) que está desaparecido.
E eu até podia ligar para mim mesma, mas já não tem bateria.
E porque é que eu sei acho que está cá em casa?
Porque a últma vez que me lembro de o usar foi para jogar solitário na casa de banho e ía jurar que o tinha deixado no bidé, no meio das coisas que me aparecem na caixa do correio.
Também dei pela falta duma colher de sobremesa... estará relacionado?



sono

Não sei como é que vocês fazem, mas os fins de semana arruinam-me os padrões de sono.
Secalhar é porque eu já não tenho um padrão de sono normal, mas enfim.
Numa coisa as segundas feiras continuam iguais, de manhã só na caminha.
Ou como uma frase infeliz pode tirar o sono a quem a diz.