quinta-feira, 13 de setembro de 2012

crónicas da vódrasta

Estava a ler isto quando me bateu.
O baby menino escarlate vai ser dread.
O mais provável é que chegue à adolescência com um corte de cabelo à último dos moicanos, brincos de brilhantes nas orelhas e uma tattoo.
A mãe dele é roqueira (aos 2 anos 11 meses e 16 dias de vida cantam MegaDeath em coro) e adora vesti-lo de preto, com t-shirts dos ACDC, Billy Idol, etc. e enfiar-lhe um chapéu de pala (preto) ao contrário.
O puto tem uns all star pretos e um mini blusão (preto) de motard.
Adora tocar na sua mini bateria.
Os sinais estão todos lá.
Preciso dum copo de água com açúcar, nunca imaginei ter um neto que não fosse beto...

7 comentários :

  1. Ai, ai, minha querida Scarlet, eles são sempre o oposto daquilo que nós imaginávamos!
    Olha a mim saiu-me uma sobrinha-filha do mais "certinha" que pode haver!! Logo a nós, eu e a mãe dela que fomos punks (à portuguesa, claro!) na nossa juventude! ;)
    Beijocas grandes.

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    1. O problema é a mãe, ela é que é má influência, que ele com as avós só veste polos ;)

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  2. Miss Scarlet, isso não é dread... é metaleiro!!! heheh é muito diferente!!!

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    1. Vês como não estou preparada para estas modernices??
      Troco tranças com cabeças rapadas... ;)

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    2. lol.. mas olha.. se te tranquiliza, conheço bem a "raça" pois por muito tempo me movi por entre eles, e na maioria dos casos, apesar do aspeto são pessoas sensíveis, e muito muito cultas!!! beijinhos hehehe

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  3. hahahaha, pois é as crianças são sempre imprevisíveis!

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  4. Ahahahahahahahah
    Deixa lá pode não ser nada!
    Eu calcorreei meia Paris (ou talvez mais um pouco até) à procura de babygrows pretos porque o paizinho da minha criança gostava muito que o menino tivesse; aos dois anos ouviam e cantavam Metalica a plenos pulmões desde manhã e deixavam-me a ponto de me levar à loucura (a loucura só chegou quando entraram os Rammstein); aos seis mascarava-se de punk (eu fui punk dos 13 aos 16, depois passou-me), porque era a coisa mailinda e que ele mais gostava (sim, com direito a cabelos em pé e com cores- spray que saía com a lavagem); pelo meio foi ouvindo os meus blues e jazz, valsas de Strauss também desde que nasceu, e acabou por vir a ser um adolescente tranquilo, com um gosto musical eclético (como ele pr´prio diz, tem duas heranças musicais) e que no ao que vestir diz respeito sabe lindamente interpretar os dress codes pretendidos para cada ocasião sem munca cair em nenhum extremo. Deixa correr e submerge-o, quando contigo, naquilo que te parece bem. Assim poderá ser ele mesmo a escolher, mais tarde, o melhor dos dois mundos! Ah, e quando ele tiver idade para compreender, explica-lhe que as pessoas nos tratam como nos veêm!

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Obrigada pelo comentário ☺