sexta-feira, 18 de maio de 2012

do verbo ser

{via}
Eu não sou de chorar.
A não ser durante os filmes da Disney,  quando o cão se perde do dono ou quando me pisam com força ou quando me atingem no nariz.
Nem nunca me lembro de que também posso chorar, de habituada que estou a morder os lábios e a seguir caminho.
Mas as lágrimas teimam num assomo desde que te li e ainda enquanto escrevo estas linhas.
Ao ler-te também sorri, também me arrepiei, também senti vontade de te dar colo, de te encher de beijos e de te dar um abraço apertado.
Eu não sou como tu, não sou tão grande nem sei se um dia chego lá perto.
Mas tu escreves tão bonito!
De uma forma que eu também nunca serei capaz nem procurarei, por ser menos corajosa.
Mas vês?
Já me fizeste escrever o post mais intimista de sempre... e terminar a sorrir...
:)

2 comentários :

  1. Fantástico e lúcido, o testo da nossa Margarida que eu li de fio a pavio!
    Obrigada pela partilha, querida Scarlet.

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  2. Obrigada, Scarlet. Do fundo do coração, obrigada. É tudo quanto agora consigo dizer-te.
    Um beijo muito grande,
    Margarida

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Obrigada pelo comentário ☺